quinta-feira, 26 de novembro de 2009
SARANDI... UM MOMENTO DE REFLEXÃO SOCIAL!
Alguns exercícios de reflexão estão sendo debatidos pelos diversos cidadãos que compõe esta multicolorida população sarandiense na atualidade em virtude dos diversos acontecimentos públicos que ganham proporções que beiram ao incontrolável.
A cidade mergulhou numa onda de “Denuncismo” e alarde no meio da administração pública, cujos fatos precisam ser averiguados ou investigados pelos setores competentes jurídicos para minimizar este estado de “ansiedade social” que permeia a reflexão do cidadão sobre o futuro administrativo de sua cidade e da cidadania.
Como pode o municípe, neste contexto, prever as reais conseqüências deste “imbróglio” de dúvidas capciosas somados aos desencontros de informações que levam nossas altas autoridades locais a ficar sob a “mira” da desconfiança pública? O que o cidadão/cidade comum padecerá/pagará em termos de urbanidade e direitos sociais durante o desenrolar destas longas “apurações” de denúncias até que alcance algum mérito/justiça?
Mas uma vez o povo deve reunir suas considerações e analise crítica sobre o que é “bom” ou “ruim” para a permanência de padrões mínimos de qualidade de vida, já que o “de direito” está longe de se atingir, para não ser relegado a condições subumanas quando se abre oportunidades para a ausência do Estado Democrático de Direito local.
Segundo Psicólogo Social, José Magno Macedo Brasil, a questão dessa situação social só tende a mudar quando assumirmos nossa responsabilidade social e quando fala se refere à sociedade, e três diretrizes básicas compõem essa tomada de atitude.
Primeiro temos que assumir nossa cidadania, que é saber a importância da nossa participação nos destinos da nossa realidade individual e social. O que é isso?
É preciso saber que temos deveres e direitos, entre esses direitos pra onde vai o dinheiro publico, o que é feito para a nossa melhora com esses recursos tanto no âmbito social, cultural e material.
Não basta só votar temos que fiscalizar de uma maneira isenta com discernimento e imparcialidade e é com essa imparcialidade nos permitira ter uma visão do que tem sido feito pelos poderes constituídos.
Segundo, precisamos ter respaldo com a dignidade; essa dignidade que nos dá certeza de termos que preservar valores éticos e morais (honestidade, família, religiosidade, correção na relação daquilo que falamos e fazemos, ou seja, atitudes coerentes).
Terceiro é que tenhamos o compromisso de despertar em nos a consciência social, que nos dará cidadania e dignidade de vivermos em um país mais justo, igualitário e fraternal.
Portanto, a (re) construção da Reflexão Social é desenvolvida, pari passu, numa relação direta com o contexto que a sociedade organizada se desenvolve, sendo modulada e auto regulada pelo gerenciamento das devidas providências do povo aliada à capacidade de resposta dos poderes públicos instituídos que o representa para, finalmente, reverter demais situações incompatíveis com o desenvolvimento sócio-urbano que seu povo merece de forma articulada e integrada.
Opinião
Dr. Allan Marcio
Conselheiro Municipal
Nenhum comentário:
Postar um comentário